Administra o teu Blog

Cria o teu Blog Já! Fácil e Grátis

Categoria: Historia

Escravatura e Romantismo

ramla 05/06/2008 @ 19:17

Costa Cabral proclamou o desenvolvimento administrativo através da instituição da sua melhoria e das obras públicas a este movimento chamou-se Cabralismo que despoletou uma guerra civil movida por populares insatisfeitos pela vaga de más colheitas lhes incutia más condições de vida sendo a subida de preços dos alimentos acentuada e a carga fiscal pesada anexada a baixos salários impulsionaram aliados de ocasião Miguelistas e Setembristas que aproveitaram a falta de ideologia de quem detinha o poder e ditava as regras para dirigir suas políticas rumo a uma inevitável expulsão de Costa Cabral do poder, a guerra então terminada com a assinatura da Convenção de Gramido Costa Cabral terá sido reposto novamente no poder mas a sua administração não foi bem sucedida mais uma vez movendo as facções Cartista e Setembrista a aliarem-se e a afastarem Costa Cabral mais uma vez para implementarem o movimento do liberalismo Cartista moderado.
Coube então ao liberalismo crente nos direitos naturais a iniciação e reprovação da ilegitimidade ética e humanística da escravatura sendo uma problemática que levantou obviamente grandes resistências devido à eminê3ncia do industrialismo latifundiários e traficantes prosperavam com os lucros gerados pela mão de obra e a venda de escravos que não possuíam hipótese de integrar uma comunidade de brancos apesar de ideologos convictos adivinharem uma possível integração mas a luta que se vinha a arrastar pela sua libertação teria muitos anos pela frente até à sua total integração.
Nesta reviravolta da liberdade outro movimento que surgiu foi o romantismo um movimento cultural que apontou o homem para o conhecimento da arte da natureza e da ligação do individualismo que ascende nossa alma para a hiper valorização do sentimento enaltecendo valores literários e reflectindo na liberdade dos povos a descoberta e a exploração do deu folclore movendo-se de forma colectiva para atingirem um plano variado e consistente a nível cultural

A revolução de 1820

ramla 05/06/2008 @ 17:36

A revolução de 1820 baseiou-se na libertação da pátria dos culpados de sua decadência, do absolutismo que perverteu e da monarquia que sustentou o domínio inglês para então que se recuperasse a glória do passado e se redigisse uma nova constituição e se expulsasse William Bereford exigindo assim o regresso do rei terminando assim o antigo regime e se cria-se e instituise uma lei fundamental acabando de vez com a constituição do antigo regime.
Daí ter-se criado a carta constitucional que apresenta um desejo de aliar as prerrogativas régias apelando à doutrina da soberania nacional registada na constituição de 1822, a carta constitucional impõe o rei como representante natural e por direito próprio da nação como supremo chefe do poder executivo e judicial dando origem ao controlo do poder moderado e legislativo sendo esta a chave de toda a organização política e direitos do cidadão dando também origem ao Cartismo.
Mouzinho da Silveira foi um homem que representou um importante papel na instauração da ordem liberal em Portugal tendo feito reformas em importantes areas salvaguardando a institucionalização jurídica e liberal fazendo com que o país ultrapassa-se a crise económica individualizando e liberalizando a propriedade económica e agrária acabando com antigos direitos senhoriais estabelecendo uma nova situação sócio-económica e política, neste seguimento os revolucionários Setembristas pedem a D. Maria II que se retome o equilíbrio concedendo uma legislação que apele à liberdade do cidadão e que se instale o Vintismo retomando o sufrágio directo na tentativa de se livrarem de ideais provenientes do movimento Cartista que apresentava para eles um ideal de liberdade moderada que contradizia com o seu ideal de política radical factor que foi amenizado pela constituição Setembrista que que viria a equilibrar o movimento Setembrista e o Cartista que viriam a conciliar conceitos da carta de 1822 com, a de 1826 promovendo a instrução primaria gratuita e concedendo uma administração e fiscalização que viria permitir alguma estabilidade à burguesia liberal portuguesa.

A implantação do liberalismo em Portugal

ramla 05/06/2008 @ 15:40

Antecedentes e conjuntura da revolução liberal portuguesa (1808 1820) :
Os estrangeirados eram a elite portuguesa representantes do Jacobinismo homens cultos estando a par de novidades culturais nacionais e internacionais aliados à maçonaria instituição secreta que divulgava o liberalismo sendo bem representada na cidade do Porto Coimbra e Funchal
os simpatizantes do jacobinismo chegaram a ser presos em massa devido ao funcionalismo controlado e a acções de subalternização nacional por parte de William Bereford.
Por esta altura o general Junot realizou a primeira invasão francesa ao nosso país, general Junot dizia vir libertar Portugal da influência inglesa mas chegado à capital destituiu a regência e anunciou o fim da casa real de Bragança sendo os bens da coroa e dos nobres que haviam partido para o brasil confiscados bem como o ouro e as pratas das igrejas, Junot instituiu um novo imposto sobre as rendimentos do trabalho que veio piorar a situação já precária da economia da nação.
A ida da corte para o Brasil deixando o reino ao Marquês de Abrantes foi uma manobra estratégica para preservar o estado e a sua integridade arrastaram consigo a melhor nobreza fazendo-se acompanhar de diplomatas estrangeiros numa altura e3m que a condição económica de Portugal era precária e o rasto de destruição era preenchido por perdas humanas e roubos ao patrimonio nacional realizadas pelas invasões francesas tornando portugal na condição de colónia com uma função pública e serviços jurídicos deteriorados anexados a uma administração deficiente que apontava a ecónomia para o monopólio de produtos estrangeiros, em 1820 a situação económica era grave a abertura aos portos brasileiros ao trafego nacional destabilizou negativamente a balança comercial do país atingindo a burguesia mercantil por outro lado a abertura ao comércio perpetrado pelos ingleses viria a desvendar uma situação de concorrência desleal que viria a impedir o desenvolvimento da nossa manufactura sendo os principais atingidos a burguesia que viram-se falidos.

Valores vivências e quotidiano

ramla 04/06/2008 @ 01:22

No vigoroso ressurgimento da vida urbana o amor cortês impõe-se e impõe que o cavaleiro se demonstre tímido perante sua amada mostrando um herói que serve por amor demonstrando essencialmente um amor espiritual um campo aberto a todas as perfeições morais abnegado e virtuoso e3levado perante deus e perante os homens um exemplo de educação e refinação o contraponto da simplicidade rústica da violência primaria e das emoções.
Neste seguimento o nobre é elevado a um ponto de preservação genealógica que o impele a relembrar os seus feitos e valores da sua ascendência pois a sua herança de um nome ilustre confere e legitima a nobreza as suas linhagens não podem ser esquecidas tendo que passar de geração em geração não podendo correr o risco de se perder então teriam de ser registadas para a prosperidade nasceu assim uma literatura genealógica os nobiliários procurando cautelar os direitos e memórias das familias fidalgas pondo em evidência o papel que tinham conquistado na reconquista aos mouros.
N a procura de uma vida melhor de uma vida melhor os geógrafos foram surpreendidos por um mundo vasto por explorar e conhecer seria então o ponto de partida para os descobrimentos.ao estabelecerem-se ligações comerciais marítimas os preços dos transportes baixaram acentuadamente devido aos percursos estarem mais acessíveis factor decisivo para a implementação de praticas comerciais sendo uma alternativa mais flexível em relação às práticas comerciais terrestres facilitando o monopólio do mundo dos negócios desenvolvendo e criando laços entre governadores e mercadores tal como aconteceu com Marco Polo que foi acolhido por Kubilai Khan tendo-se tornado governador de uma das suas províncias desta maneira as viagens aliavam missões político diplomáticas e que afamados comerciantes desempenhacem o papel de embaixadores das cortes da Europa.
Por esta altura o fervor religioso ajudava a vencer as dificuldades eram organizadas peregrinações e praticados actos rituais a confissão o jejum e a penitência, os que aspiravam à vida eterna os que buscavam alívio ou em pagamento de promessas mesmo os fidalgos que se deslocavam em romaria juntamente com suas comitivas participavam nas peregrinações aproveitando a ocasião para praticar negócios coincidindo muitas vezes estas peregrinações com as feiras, a qual se daria o nome de cultura popular apresentando esta um componente profano.

Amor Cortês

O poder régio

ramla 04/06/2008 @ 00:44

A monarquia feudal era estruturada por vivências e relações de dependência feudal que eram o reflexo da posição do rei que entre tanto apontava para a centralização do sendo a realeza concedida de forma patrimonial.O reino era possuído como uma bem pessoal que se herdava juntamente com a função régia e era transmitido em testamento na pessoa do filho primogénito sendo dadas honras e coutos como recompensa de serviços prestados á nobreza e eclesiásticos, devido à criação de cortes de vassalos que deviam fidelidade ao rei e apoio na administração do reino considerava-se o rei senhor convergindo para ele todas as dependências vassalicas o rei não só exercia a cobrança nos seus dominíos como em qualquer outro alódio capaz de gerar lucro, na monarquia feudal tudo apontava para a inegável supremacia régia.
Na figura régia concentrava-se o poder de deus pois o rei representava deus na terra fazendo-se depois representar nos seus mais altos senhores suas funções a nível militar judicial e fiscal sendo o rei o responsável máximo na paz e justiça, como juiz supremo a sua autoridade pairava acima de qualquer senhor e sua autoridade jurisdicional e concelhia sendo a legislação régia um poder supremo capaz de se sobrepôr a qualquer particularismo local combatendo os privilégios senhoriais as leis gerais fortaleceram a fiscalidade que viria a pôr cobro a isenções varias por parte dos senhorios a construção do estado moderno ganhava visibilidade gerando até reivindicações e vinganças por parte dos senhores.
Uma das características deste novo estado era a cúria régia que viria a ajudar na sua administração e o no seu funcionalismo composta por um conjunto de conselheiros que ajudavam nas funções do soberano.

Régio

O país rural e senhorial

ramla 04/06/2008 @ 00:10

Os senhorios formaram-se através da apropriação do território pelos cristãos a isto se chamava de presuria, pertenciam ao rei à nobreza e ao clero, e mais não era do que a apropriação de terras consideradas vagas pela expulsão dos muçulmanos estas terras inicialmente pertenciam ao rei sendo posteriormente doadas à nobreza e ao clero como recompensa de serviços prestados obtendo assim o favor divino daí a razão de o senhorialismo fazer sentir o seu peso a norte do atlantico, onde as funções jurisdicionais e fiscais juntamente com funções militares que induzia ao poder político e económico era concedido aos senhores o poder e a coação sobre os habitantes do senhorio por delegação da autoridade régia ou condal o poder senhorial comportava varios privilégios entre os quais a cobrança fiscal de despesas crescentes e multas judiciais o poder senhorial converteu-se num meio de riqueza para infanções e ricos-homens sendo os da nobreza elegidos por honras e os do clero por cartas de couto ambos eram abrangidos por território imunes.
A exploração económica do senhorio era feita através de sustentaclos apoiados por propriedades e bens fundiários a nobreza e a classe elisiastica detiam domínios senhoriais constituídos por quintães e unidades de exploração um conjunto de parcelas onde todo o homem livre devia depender de um senhor.Mais tarde com o intuito de melhorar a administração do reino e desenvolver o capital político das cidades surgiu o exercício comunitário e o poder concelhio juntamente com a afirmação das elites urbanas, comunidades de homens livres que ficaram consignados nas cortes de foral juntamente com seus privilégios e obrigações ao serem concedidos perfis e à maior parte das aldeias e cidades de maneira a sancionar formas de organização local tradições de autonomia existentes , o numero mais significativo de conselhos logravam nas Beiras Estremadura e Alentejo com maior capacidade de governar chamados conselhos urbanos ou perfeitos compreendiam a cidade e o termo.

Folia na terra do senhorio

D. Afonso Henriques

ramla 03/06/2008 @ 16:22

A fixação do território, foi norteada por objectivos nutridos por D. Afonso Henriques e sua ambição de assumir de imediato o poder do e o governo do Condado Portucalense, desta maneira derrotou as tropas de sua mãe pois não estava satisfeito com as fronteiras que até aí conquistara, terá então consolidado o domínio da linha do Tejo expandindo o reinado e o condado no desejo de recuperar o título de rex, desejo abalado pela sua condição de vassalo que era uma vez mais reiterada e tentado a pôr fim a tal sujeição procurou o reconhecimento do seu título e do seu reino perante o chefe máximo da cristandade, tendo finalmente o Papa através de Bula Manifestis Probatum ter aprovado e reconhecido D. Afonso Henriques e seu reino como reinado independente.
Neste seguimento decorria a reconquista que assumia contornos políticio religiosos o caracter político vincava esta batalha pois reclamava a legitimidade das terras e fronteiras á muito perdidas para os mouros a igreja nesta altura assumia parte do reinado logo concedendo o seu apoio incondicional na reconquista fazendo do factor legitimidade de terras, a sua doutrina tornando-se a radicalização dos cristãos uma declaração de guerra santa.
Os cruzados entravam em cena como é exemplo as sua cruzadas de ocidente para a reconquista peninsular, enquanto reis usufruíam de Bulas Papais que exortavam à expulsão de muçulmanos da Península Ibérica concedendo indulgências aos que participavam na luta, assim os cruzados ao estacionarem na nossa costa a caminho da Palestina apoiavam-nos fazendo.-se acompanhar o fortalecimento por ordens militares religiosas como os templários e os hospitalarios.

Pai